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Finlândia é o ‘país mais feliz do mundo’; Brasil na 39ª posição

 

O ‘World Happiness Report’ é um estudo financiado pela ONU que começou há 10 anos.

TOPO

Por France Presse

18/03/2022 08h31 Atualizado há 2 horas


Cidade de Helsinki, capital da Finlândia, primeira colocada no Ranking da Felicidade 2022 — Foto: Ints Kalnins/Reuters

Cidade de Helsinki, capital da Finlândia, primeira colocada no Ranking da Felicidade 2022 — Foto: Ints Kalnins/Reuters

A Finlândia é o “país mais feliz do mundo”, pelo quinto ano consecutivo, na classificação “World Happiness Report” (Relatório de Felicidade Mundial), no qual o Afeganistão aparece em último lugar.

O Brasil aparece na 39ª posição, o terceiro país latino-americano melhor colocado, atrás da Costa Rica (23ª) e do Uruguai (30º). No ano passado o Brasil ficou em 41º.

O “World Happiness Report” é um estudo financiado pela ONU que começou há 10 anos.

Veja abaixo o vídeo do relatório do ano passado.

Finlândia é o país mais feliz do mundo, segundo ranking da felicidade

Finlândia é o país mais feliz do mundo, segundo ranking da felicidade

A Venezuela (108º) é o país latino-americano de pior posição, atrás inclusive do Iraque.

“Os três avanços mais importantes foram os da Sérvia, Bulgária e Romênia. Os retrocessos mais fortes aconteceram com Líbano, Venezuela e Afeganistão”, segundo o relatório.

A Finlândia, com nota 7,82 em uma escala que vai até 10, supera Dinamarca, Islândia, Suíça e Holanda, países que completam o grupo de cinco mais felizes do mundo.

Veja abaixo a lista dos 10 países mais felizes do mundo:

  1. Finlândia
  2. Dinamarca
  3. Islândia
  4. Suíça
  5. Holanda
  6. Luxemburgo
  7. Suécia
  8. Noruega
  9. Israel
  10. Nova Zelândia

O relatório é baseado em pesquisas que questionam as pessoas sobre a sensação de felicidade e cruzam as informações com dados do PIB, níveis de liberdade individual ou de corrupção, entre outros dados.

“A lição obtida do relatório, nestes dez anos, é que a generosidade entre as pessoas e a honestidade dos governos são cruciais para o bem-estar”, afirmou Jeffrey Sachs, um dos coautores.

“Os líderes mundiais deveriam levar isto em consideração”, acrescentou.

G1

 

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