A diretora da OMS Mariângela Simão disse em encontro com prefeitos que vacinas importadas não serão suficientes e que o Instituto Butantan e a Fiocruz devem ser incentivados
15 de abril de 2021, 15:30 h Atualizado em 15 de abril de 2021, 16:02
Para Mariângela Simão, diretora da OMS, laboratórios nacionais devem ser os pilares do combate à pandemia (Foto: REUTERS/Dado Ruvic | Reprodução)
247 – A diretora-geral assistente da área de Acesso a Medicamentos e Produtos Farmacêuticos da OMS (Organização Mundial da Saúde), Mariângela Simão, em encontro virtual com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), alertou para fato de que vacinas importadas não serão suficientes para conter a pandemia da Covid-19 no Brasil.
Para Mariângela, a produção local deve ser priorizada: “Há muita expectativa de que possa chegar vacina de outros lugares para os brasileiros, mas isso não vai acontecer. Eu lamento ser bem transparente neste ponto, mas o Brasil não pode estar contando com o que vai chegar. Temos dois pilares no Brasil, que é Instituto Butantan e a Fiocruz. O incentivo à produção local é um imperativo”.
A ButanVac, desenvolvida pelo Butantan, ainda não teve testes em seres humanos autorizados pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária).
Brasil 247
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