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Em 2030, Brasil terá a quinta população mais idosa do mundo

O maior problema é a ausência de sensibilidade administrativa para conduzir os serviços sociais

Arte sobre foto de Pixabay – CC  .

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o número de pessoas com idade superior a 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas até 2050;  isso representará um quinto da população mundial.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil, em 2016, tinha a quinta maior  população idosa do mundo, e, em 2030, o número de idosos ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos.

Diante desses números, o governo precisa pensar em políticas públicas que atendam de forma adequada e eficaz essa parcela numerosa da população.  Os pesquisadores ouvidos pela reportagem falam que a Previdência Social precisa projetar os próximos anos e planejar sua estrutura financeira para atender essa demanda. Mas o maior problema é a ausência de sensibilidade administrativa para conduzir os serviços sociais.

Outro ponto a ser observado é a escolha da atividade física, que deve ser criteriosa, porque o organismo dos jovens responde de forma diferente do das pessoas mais velhas. Ouça as reportagens nos links abaixo.
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Foto: Luis Gomes / EEFERP

Em Ribeirão Preto, USP oferece exercício físico para idosos sedentários

06/06/2018

O Programa de Exercício Físico para Idosos da USP em Ribeirão Preto recebe, até dia 10 de julho, inscrições de idosos sedentários. A prioridade é atender quem tiver 60 anos ou mais, mas pessoas a partir de 50 anos também podem se inscrever.

Os interessados devem apresentar atestado médico de aptidão para a prática. Os exercícios físicos vão desde alongamentos até musculação. Os participantes realizarão exames de sangue para avaliar os benefícios das práticas para a saúde. Leia mais.

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Banho de sauna é aliado na prevenção do AVC, sugere pesquisa

05/06/2018

Nesta semana, o professor Octávio Pontes Neto fala de pesquisa na Finlândia sobre o hábito milenar do banho de sauna como uma estratégia de diversão ou relaxamento, utilizada na prevenção do AVC ou doenças cardiovasculares. Resultados do estudo publicado no final do mês passado na Revista Neurology sugerem que esses banhos trazem benefícios no controle mais adequado da pressão arterial e até na redução de mortalidade por doenças cardiovasculares.

O estudo mostrou que os pacientes que apresentaram frequência de quatro a sete vezes por semana na sauna tiveram quase 60% de redução de incidência de AVC em relação àqueles que iam somente uma vez por semana.  E, ainda, esses resultados foram sustentados e mantidos, mesmo depois de ajustes de outras variáveis, como idade, gênero, status socioeconômico e atividades físicas, por exemplo. “Os pesquisadores ainda destacaram que as associações foram mais importantes para AVC isquêmico e bastante modestas para redução de AVC hemorrágico”, enfatiza o professor.

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Atividade física é um dos fatores que mais influenciam na qualidade de vida

28/05/2018

Existem vários fatores que influenciam na qualidade de vida. A atividade física é um deles. Praticados de forma regular, os exercícios físicos  impactam positivamente os aspectos físicos, emocionais e sociais do indivíduo. Este é o tema de hoje da coluna do professor José Carlos Farah, Corpo e Movimento.

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Na Ciência, idades mais avançadas não são inimigas da criatividade

24/05/2018

Na nova edição de Ciência e Cientistas, o físico Paulo Nussenzveig, professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Física (IF) da USP, questiona um dos mitos que permeiam os bastidores da academia e das atuais grandes empresas de tecnologia: seria a criatividade uma característica exclusiva dos jovens?

Ao relembrar a declaração do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, que, no auge de seus 22 anos, em 2007, disse que pessoas jovens são simplesmente “mais espertas”, Nussenzveig destaca que estudos sobre correlações entre resultados de destaque em pesquisa e inovação e
a idade dos pesquisadores “não dão razão a Mark Zuckerberg”. Citando artigo do The New York Times, o professor apresenta dados compilados de patentes depositadas nos EUA, entre 2011 e 2014, que indicam que 53% dos indivíduos inovadores têm idades entre 47 e 60 anos.

Jornal da USP

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