Ativistas de direitos humanos, jornalistas e advogados em todo o mundo foram alvos de um programa de espionagem em celulares chamado Pegasus. O aplicativo teria sido vendido a governos, alguns deles autoritários, por uma empresa de vigilância israelense chamada NSO.
Cerca de 50 mil números de telefone de pessoas que teriam sido monitorados pela empresa vazaram para a imprensa. Não ficou claro de onde veio essa lista — ou quantos telefones foram realmente hackeados.
A NSO nega qualquer irregularidade. A empresa afirma que seu software se destina ao uso contra criminosos e terroristas e está disponível apenas para militares, policiais e agências de inteligência de países com bom histórico de direitos humanos.
Neste vídeo, o repórter de tecnologia da BBC Joe Tidy explica o que é um spyware e concorda em ser espionado por sua produtora para mostrar como funciona aplicativos desse tipo.
Confira o vídeo:
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