Trabalhadores de diversos setores fecharam o segundo dia de mobilização nacional por recomposição salarial. Houve paralisação e atos em diversas partes do país contra a falta de agenda de negociação com o governo
Por Redação RBA
Divulgação/Fonasefe
Categoria aguarda resposta a um pedido de recomposição salarial desde o dia 2 de janeiro
São Paulo – Servidores federais de diversos setores realizaram nesta quarta-feira (8) o segundo dia de mobilização nacional por recomposição salarial. Profissionais de carreira, entre eles, profissionais da educação no ensino superior e tecnológico, pararam para protestar contra a falta de agenda de negociação com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
A categoria aguarda resposta a um pedido de recomposição salarial desde o dia 2 de janeiro, logo após a posse do novo governo. Segundo as entidades representativas desses trabalhadores, um ofício foi protocolado no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), comandado pela ministra Esther Dwek.
Em julho, entregaram uma lista de medidas dos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) que têm de ser revogadas nos órgãos. E em 29 de agosto, docentes e técnicos-administrativos da educação federal apresentaram propostas para reestruturação das carreiras. Entre as reivindicações dos servidores está a equiparação dos benefícios nos Legislativo, Judiciário e Executivo.
Segundo o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica, somente esse ano já houve três cortes nos recursos da União Federal para a educação.
Governo não apresentou propostas em mesa de negociação
Além da questão salarial e de benefícios, os servidores têm na pauta a luta contra a Reforma Administrativa (PEC 32/2020), apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro.
Nessa terça-feira (7), o Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) anunciou ter enviado ofício à ministra Esther Dweck, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. No documento, a entidade manifestou repúdio à falta de proposta aos servidores na Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) e também em mesas específicas já abertas.
A postura do governo, segundo o Fonacate, atrasa todos os calendários de negociação anteriormente divulgados. E também a abertura de mesas para dezenas de carreiras que aguardam esse espaço para encaminhamento de suas demandas.
Rede Brasil Atual
EM BRASÍLIA
EDITAL
FACHIN SE REÚNE COM LÍDER DE LULA E COORDENADOR DE CAMPANHA DE FLÁVIO BOLSONARO
GRUPO DE TRABALHO AVANÇA NA DISCUSSÃO SOBRE MODELO REMUNERATÓRIO DA MAGISTRATURA E DO SERVIÇO PÚBLICO
ASSEMBLEIA NA JUSTIÇA FEDERAL VAI ESCOLHER REPRESENTANTE DOS SERVIDORES EM COMISSÃO CONTRA O ASSÉDIO E A DISCRIMINAÇÃO
VITÓRIA DA ATUAÇÃO SINDICAL: JUSTIÇA FEDERAL IMPEDE COBRANÇA CONTRA SERVIDORA E RECONHECE FALHA DA ADMINISTRAÇÃO
SINDIJUFE-MT PARTICIPA DE SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE COMBATE AO CAPACITISMO E DEFESA DA ACESSIBILIDADE
DIA NACIONAL DE LUTA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA: SINDIJUFE-MT REFORÇA DEFESA DA ACESSIBILIDADE E DOS DIREITOS DOS SERVIDORES
